Em 1994, Nuno Ramos apresentou na 22a. Bienal de São Paulo Mácula, um conjunto de grandes peças feitas com sal, parafina e breu. O calor fez com que o breu derretesse. O acidente não estava nos planos do artista, mas ele enxergou ali um novo elemento para seu trabalho. Ver uma de suas obras é saber que algo vai ocorrer, mas não se sabe o quê, como ou quando. Uma espécie de caos a ser controlado, no qual as matérias estão sempre umas conta as outras, mostrando seu caráter, sujeitas a acidentes e emitindo seu próprio som.
Os alunos apresentaram os seguintes trabalhos:
Nuno Ramos, abordagem do Itaú Cultural.
Profa. Simone R. Martins
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